Mostrando postagens com marcador cavalos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cavalos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de março de 2010

CANAL DOS BULTRINS TOMADO PELO MATO

Água das chuvas terão dificuldade para passar por aqui

Apesar de Olinda ser uma cidade absolutamente urbana, cenas bucólicas, tendo como personagens principais cavalos são cada vez mais freqüentes. Esta semana um morador do bairro dos Bultrins enviou uma seqüência de fotos mostrando a situação do canal que corta a Avenida Chico Science - totalmente tomada pelo mato - e um bravo pangaré que se deleitava com todo aquele "pasto" à sua disposição.

As imagens mostram que a limpeza dos canais anunciada pela Prefeitura, há dois meses, ainda não chegou naquele que é um dos principais canais da cidade e coincidentemente sempre alaga com qualquer chuvinha. E também que a criação de eqüinos está em alta.

O problema é que as chuvas já começaram a cair e logo logo se repetirão as velhas cenas de bairros como Bultrins e Bairro Novo sob as águas. Sem falar nos riscos de acidentes que animais de porte podem provocar, principalmente, no trânsito. A população espera providências para os dois casos; o canal obstruído e a presença dos cavalos nas ruas.
Cavalos estão adorando a fartura do "pasto"

segunda-feira, 15 de março de 2010

CAVALOS “UTILIZAM” PRAÇA INACABADA DE R$ 91 MIL NO BONSUCESSO

A mamãe égua amamentando tranquilamente seu filhote

O poeta baiano Castro Alves costumava dizer “A praça é do povo, como o céu é do condor”. Mas em Olinda a Praça Marim Falcão, no bairro do Bonsucesso, não serve aos moradores dos arredores. Apenas uma família de eqüinos (cavalo, égua e filhote) foi beneficiada com a “obra” onde a Prefeitura enterrou a bagatela de R$ 91.348,06 (noventa e um mil trezentos e quarenta e oito reais e seis centavos), dinheiro suficiente para construir até 13 casas populares.

De acordo com a placa (ainda da gestão da ex-prefeita Luciana Santos) o trabalho deveria ter sido concluído em 360 dias, mas até a data de hoje o que há no local é um escorrego, um banquinho e a estrutura incompleta para um balanço, além de mato. Muito mato por todos os lados.

Além dos cavalos, que encontram alimento e tranqüilidade para desfrutar do local, a sujeira atrai outros bichos menos desejáveis como ratos e cobras. “Inventaram isso aqui no tempo da eleição e depois que Renildo ganhou parou tudo. Às vezes os operários aparecem, mas ficam enrolando e não fazem nada”, reclama Rafaela Brasileiro, que tem dois filhos pequenos e sonha, um dia, ver o espaço apto para seres humanos.